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10 de fevereiro de 2012 -

Acessando site no celular mobile

Site para celular ou site mobile, como também é chamado, é o site preparado para funcionar em pequenas telas, facilitando a visualização dos usuários de Internet no celular. Devido ao grande crescimento de acessos à Internet via aparelhos móveis, o site para celular entrou em evidência nos projetos de marketing digital. Segundo a própria Anatel, já temos cerca de 40 milhões de pontos de acesso móvel à Internet no Brasil, incluindo os modems.

Os grandes sites de e-commerce já estão se mexendo e criando suas plataformas móveis (sites para celular). Alguns exemplos são: Livraria Cultura, Ponto Frio, entre outros. Acesse pelo celular www.livrariacultura.com.br ou www.pontofrio.com.br e veja que já é possível comprar com facilidade, podendo visualizar os produtos de forma coerente, por meio do celular. Bem, se as grandes empresas já estão fazendo algo, é sinal de que este caminho realmente não tem volta e que o acesso à Internet via celular será cada vez maior no Brasil e no mundo.

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Site para celular = Conteúdo Express

Muitas empresas estão apenas convertendo seu site tradicional em um site para celular. Isso é um grande erro, pois cada meio tem a sua característica e a sua necessidade de comunicação, e um site para celular não deve ter as mesmas características de um site tradicional.

Em um site para celular, não é necessário colocar todas as informações da empresa, e sim apenas o essencial para que uma pessoa, que esteja “em transito” ou querendo apenas uma apresentação sobre o serviço ou produto, consiga acessar. Geralmente, se uma pessoa quer maiores informações, ela irá até um computador ou notebook, onde é possível ler e ver todo o conteúdo com mais calma. Porém, em alguns casos, é necessário ter mais informações. Mesmo no site para celular, se este for o caso, crie páginas mais profundas. Para colocar estas informações, por exemplo, crie uma página com as informações mais importantes do produto e, dentro desta página, coloque um link para mais informações em outra página. Isso é importante, pois no Brasil a conexão de Internet pelo celular ainda é de baixa qualidade e, desta forma, o tráfego de dados diminui e o site para celular acaba carregando mais rápido – sem falar que a visualização do site não fica prejudicada.

Estabelecimentos comerciais e os sites para celular

Os estabelecimentos comerciais – como restaurantes, bares, lanchonetes, pizzarias, baladas e outros – são fortes candidatos a terem um site para celular, já que muitas pessoas escolhem onde querem ir se divertir em uma reunião de amigos e, em muitas dessas ocasiões, o computador não esta por perto, transformando o celular na única opção. Segundo o artigo Números reais do aumento das buscas em celulares, acontecendo um aumento nas buscas do Google através dos celulares e isso reflete diretamente o comportamento das pessoas. Leia a seção Estabelecimentos comerciais do artigo citado e veja mais informações.

Em muitos casos, este site para celular é utilizado também para obter mais informações como: endereço do estabelecimento, telefone, opções do cardápio, preços (se disponíveis), etc. Usando um site para celular, encontrar estas informações fica muito mais fácil do que em um site tradicional, onde a pessoa teria que se esforçar para ler as letrinhas pequenas e ficar procurando por um tempo maior. Sem falar que ter um site para celular nestes casos, cria um vínculo maior com o cliente, já que ele percebe que o estabelecimento esta preocupado com os clientes que utilizam o celular para acessar estas informações, no caso ele mesmo.

Previsões

Alguns institutos de pesquisas estão prevendo que em 2013 o acesso a Internet pelo celular será maior que via computadores/notebooks. Eu acredito que no Brasil ainda não teremos este cenário em 2013, mas que é uma tendência o aumento dos acessos através do celular, isso ninguém discute.

Conclusão: Antecipe-se!

Antecipar tendências sempre foi uma característica dos bons empreendedores, portanto comece a pensar mais na era do mobile e nos sites para celular. Pense qual informação seu cliente gostaria de ver na telinha e qual informação ele, de fato, precisaria que estivesse no site para celular da sua empresa. Quais dados ele precisa visualizar quando estiver no trânsito? Ou caminhando na rua? Faça uma pesquisa com seus clientes. Esta é a melhor forma de validar a idéia de ter um site para celular da sua empresa ou não; e se sim, qual será o conteúdo disponibilizado neste site.

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Você já tem um site para celular? Ele é muito acessado? Seus clientes gostam? Tem algo a observar sobre o nosso artigo? Deixe um comentário para nós e fale sobre a sua experiência com sites mobiles.

Créditos da imagem para: Stephan Geyer.

Leandro Cosas

Formado em Desenvolvimento de Sistemas pela Universidade de Mogi das Cruzes, Consultor de Marketing Digital Certificado 8 Ps e CEO das empresas Cueca Store e Web Córtex Marketing Digital. Twitter: @leandrocosas

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2 Comentários em “Site para celular, o que eu preciso saber sobre isso?“

  1. Parabéns, muito bom o artigo…

    Só para complementar.

    Existe sim uma demanda por esses dispositivos e as possibilidade de interação e vendas através dos mesmos, até não diria vendas – possivelmente comparação de preços – no atual momento, porém isso afeta inicialmente, como quase tudo, as classes A e B, depois vai conforme o poder aquisitivo melhora nas demais classes ou conforme a própria tecnologia vai ficando obsoleta, reduzindo o custo tanto de produção como de fornecimento de serviços… Outra questão é que existe sim as classes C e um pouquinho da D nesse mundo mobile, não é difícil ver os Hi-Phone, na verdade os ”ching-ling” (sem preconceito – estou até pensando em comprar um tablet assim, mesmo poder de mobilidade hehehe) vende muito, tem lojas de grande porte introduzindo marcas de menor expressão entre seus produtos, claro que não são tão berrantes, porém marcas antes vistas somente em locais conhecidos como camelódromos e feiras hoje estão dentro de lojas físicas e virtuais de grande nome – isso tudo só para demonstrar que o mercado se move realmente para o sentido que o próprio artigo nos orienta – ”É uma tendência que já virou moda”, ou seja, pegou e não tem volta.

    Tudo é um efeito cascata, as pequenas marcas entram, oferecem quase o mesmo que as grandes por um preço muito menor, permitem outras classes terem acesso a tecnologias antes exclusivas para classes A e B como também as operadoras fazem planos de dados de R$0,50 o dia de acesso, com conectividade maior (quando pega) do que a residência de muita gente Brasil a fora…

    Mesmo assim, acho que vale como complemento lembrar que não temos estrutura, temos operadoras fornecendo dados, porém sinal que é bom – quase nulo em muitos pontos do país, eu mesmo fui em São Paulo, por três dias (não totalmente) fique sem conectividade – Gente, isso foi em São Paulo – Capital… Coisa que é um absurdo (TIM), em minha cidade (Balneário Camboriú – SC) consigo até um sinal razoável, porém falha muitas vezes, eu mesmo uso muito o Mobile quando pega, porque gosto de verificar e-mails – mesmo não estando trabalhando, gosto de comparar preços nas lojas físicas (os vendedores devem me odiar), gosto de verificar o Facebook (dá um trabalho para acessar -.-‘), gosto de dar Check-in quando tem conexão, ou seja, muitas vezes estou no lugar, mas quero dizer que lá estou e não posso, enfim, o mercado é promissor, na verdade até mais que isso, já está pegando, porém ainda nos falta muito em infra e jurídico, pois se for para ter produtos das operadoras sem segurança de entrega do plano contratado como é no caso da ADSL no Brasil, então teremos mais um outro problema a enfrentar…
    Mas, não é mais tendência, é realidade.

    Leandro Cosas Respondeu:

    Olá Luiz, obrigado pelo comentário.

    De fato, isso já não é mais uma tendência, é uma realidade. Porém, ainda falta muito para o Brasil ter uma conexão de Internet móvel de qualidade. Parece que ao invés de melhorar, só piora. Eu uso TIM e tenho notado que em alguns lugares que a conexão era muito boa (3G) está muito ruim hoje. Creio que seja a demanda.
    Sobre as classes sociais, é a pura realidade, as mais altas tem o acesso primeiro e depois que a tecnologia vai ficando mais “barata”, as outras classes vão tendo acesso. Mas, como você disse, hoje temos os “similares” que estão democratizando a Internet móvel.
    Um grande abraço e obrigado.